Alejandro
Lady GaGa
I know that we are young and I know that you may love me. But I just can't be with you like this anymore.
Minutos antes de sair as redes sociais entravam em conflito e o site oficial de Lady GaGa ficava fora do ar. O suru-ru-ru sobre o video era imenso. Inventaram-se datas e estreias, mas nada oficial. Do que se falava, há semanas, nos sites de música, era, claramente, de Alejandro, o terceiro single do álbum "The Fame Monster".
Com cenas fortes de intensidade homossexual e carga religiosa forte, Steven Klein (o realizador) e Lady GaGa produziram um templo à arte performativa e visual. Uma viúva frígida: é essa a imagem final que me fica no primeiro instante após o primeiro visionamento completo. GaGa explicou o teledisco como sendo um templo ao amor homossexual, em que ela interpreta uma mulher que tenta conquistar o coração dos homossexuais. É um amor monstruoso esse que a mata no final, percebe-se.
Com cenas fortes de intensidade homossexual e carga religiosa forte, Steven Klein (o realizador) e Lady GaGa produziram um templo à arte performativa e visual. Uma viúva frígida: é essa a imagem final que me fica no primeiro instante após o primeiro visionamento completo. GaGa explicou o teledisco como sendo um templo ao amor homossexual, em que ela interpreta uma mulher que tenta conquistar o coração dos homossexuais. É um amor monstruoso esse que a mata no final, percebe-se.
Em três palavras: Magistral, Poderoso e Perfeito.
Lady GaGa devolve ao pop o fulgor criativo dos grandes acontecimentos dos anos 80 e 90. Cada passo é um acontecimento. E isso, leitores, já não me lembrava de ver há muito tempo num género que se achava estéril.
Lady GaGa devolve ao pop o fulgor criativo dos grandes acontecimentos dos anos 80 e 90. Cada passo é um acontecimento. E isso, leitores, já não me lembrava de ver há muito tempo num género que se achava estéril.
Avé Lady GaGa. Avé.
Luís Gonçalves Ferreira
